Origem da Vida

LOUIS PASTEUR

Ao final do século XIX, o cientista francês Louis Pasteur demonstrou que o ar, o solo, a água e os objetos são facilmente contaminados por microorganismos como as bactérias. Pasteur sempre se baseou na idéia de que toda vida é originada em outra preexistente. Essa hipótese ficou conhecida como a teoria da biogênese. Para confirmar a teoria da biogênese, Pasteur desenvolveu um experimento em que colocou caldo de carne submetido à fervura e resfriado logo em seguida dentro de frascos, lacrando parte deles. Nos frascos que ficaram abertos, verificou a presença de microorganismos; porém, nos frascos que foram vedados, não havia nenhum ser vivo. 

FRANCESCO REDI 

Cientista que demonstrou que os vermes da carne em putrefação eram originados de ovos deixados por moscas e não da transformação da carne. Como a vontade de descobrir a verdadeira origem da vida desencadeou as mais estranhas teorias, um cientista italiano chamado Francesco Redi realizou um experimento pelo qual constatou que as larvas que apareciam em pedaços de carne, após um certo tempo, eram fases jovens de moscas. 

VAN HELMONT 

Van Helmont defendia a idéia de que a vida poderia ser originada de qualquer objeto inanimado - era a chamada teoria da abiogênese. Ele havia conseguido obter ratos num experimento em que utilizou camisolas sujas e pedaços de queijo, deixados por um prazo de 21 dias em um local escuro e úmido. 

CRIACIONISMO 

A teoria criacionista persiste na idéia que Deus criou o universo e todas as formas de vida. Esta explicação, o Criacionismo, no entanto, já no tempo da Grécia antiga não era satisfatória. De modo a contornar a necessidade de intervenção divina na criação das espécies, surgem várias teorias alternativas, baseadas na observação de fenômenos naturais, tanto quanto os conhecimentos da época o permitiam. Aristóteles elaborou uma dessas teorias, cuja aceitação se manteve durante séculos, com a ajuda da Igreja Católica, que a adaptou. Esta teoria considerava que a Vida era o resultado da ação de um princípio ativo sobre a matéria inanimada, a qual se tornava, então, animada. Deste modo, não haveria intervenção sobrenatural no surgimento dos organismos vivos, apenas um fenômeno natural, a geração espontânea.

 

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